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Uma operação que precisa de estabilidade: a multinacional Staphyt escolhe a Payfy

Por que a Staphyt Brasil voltou para a Payfy depois de testar a concorrência: estabilidade e atendimento que sustentam a operação.

O case da empresa que saiu da Payfy, testou a concorrência por dez meses, e voltou.

Em julho de 2025, Cleonte da Silva de Oliveira fez uma escolha que todo gestor de cadeia de suprimentos enfrenta cedo ou tarde: trocar de fornecedor. Coordenador de Cadeia de Suprimentos da Staphyt Brasil, referência global em agrosciences e assuntos regulatórios, ele decidiu testar uma alternativa para a gestão de despesas corporativas da operação. A Staphyt era cliente Payfy havia dois anos.

Dez meses depois, ele voltou.

Para entender por que essa história importa, é preciso entender o que está em jogo numa operação como a da Staphyt. A empresa, fundada na França em 1989, vai muito além do regulatório no Brasil: trabalha também com pesquisa agronômica, opera fazendas próprias no Rio Grande do Sul, em Goiás e em São Paulo, e mantém colaboradores espalhados por diversos estados — de Mato Grosso ao Paraná, da Bahia ao interior paulista. É uma operação que acontece, ao mesmo tempo, no laboratório, no escritório e no campo. Cada projeto tem prazos rígidos, equipes técnicas distribuídas por milhares de quilômetros, e uma lógica em que qualquer atraso administrativo vira atraso de pesquisa ou de submissão regulatória. Numa rotina assim, gestão de despesas não é tarefa de back office — é infraestrutura crítica. Cartão que não passa numa fazenda no interior de Goiás é hora de campo perdida. Conciliação atrasada é fechamento contábil emperrado. Suporte que demora é projeto travado em três estados ao mesmo tempo.

Cleonte sabe disso na pele. Como Coordenador de Cadeia de Suprimentos, ele é a pessoa para quem o time olha quando o cartão não aprovou, quando precisa de uma nova categoria de gasto liberada, quando há uma dúvida fiscal que não cabe esperar 48h por um e-mail. A ferramenta que ele escolhe não é dele. É de toda a operação.

Quando a Staphyt resolveu testar o mercado, o argumento era razoável: validar se havia condições melhores, funcionalidades novas, alguma vantagem que estivesse passando despercebida. É o que qualquer área de compras madura faz. E foi o que aconteceu.

O que veio nos dez meses seguintes ensinou mais sobre o que a Staphyt precisava do que dois anos rodando sem atrito.

A nova plataforma não conseguiu sustentar a estabilidade que a operação exigia. Em uma rotina onde cartões corporativos precisam funcionar todos os dias, em fazendas, escritórios e estradas de meia dúzia de estados, com perfis de usuário muito diferentes entre si, qualquer instabilidade ganha proporção desproporcional — porque chega na ponta como bloqueio operacional, longe do escritório, sem plano B. E o atendimento, que numa operação distribuída como a da Staphyt não é detalhe e sim definição de viabilidade, não respondeu no tempo que a empresa precisa para resolver as exceções do dia.

Cleonte fez a comparação que só quem sai consegue fazer com clareza: tirou os dois anos com a Payfy do automático e olhou para eles com olhos novos. E o que ele viu — e tem repetido todas as vezes que dá feedback desde que voltou — foram exatamente os dois pontos que a alternativa não entregou.

Estabilidade. A plataforma da Payfy simplesmente funciona. Em cadeia de suprimentos, isso não é um elogio fofo — é o critério número um. É o que permite que o time pare de pensar na ferramenta e volte a pensar no negócio.

Atendimento. O time de Customer Success da Payfy responde no tempo da operação. Quando há ajuste, configuração nova, exceção de regra, dúvida fiscal, o interlocutor é alguém que conhece a Staphyt — não um número de ticket que recomeça a história a cada nova interação.

A maior parte dos depoimentos de SaaS conta a história da chegada — aquele momento bonito em que o cliente troca a ferramenta antiga pela nova e descobre um mundo melhor. Este case conta a história da volta, que é um teste mais honesto. Porque para voltar, o cliente precisa primeiro ter saído. Precisa ter comparado. Precisa ter olhado para a alternativa e concluído, com dados na mão e dez meses de operação real, que o que tinha antes valia o esforço de retornar.

A Staphyt fez isso. Comparou, testou, decidiu. E escolheu a Payfy de novo — não por inércia, não por desconto, mas porque os dois pontos que sustentam uma operação de cadeia de suprimentos em uma empresa de regulatory affairs são justamente os dois pontos que a Payfy entrega de forma consistente: estabilidade e atendimento.

Quem fala: Cleonte da Silva de Oliveira — Coordenador de Cadeia de Suprimentos na Staphyt Brasil. Site da empresa · LinkedIn

Depoimento coletado em maio de 2026 · Uso autorizado pelo cliente (consentimento registrado).

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