Quanto custa, de verdade, cada quilômetro rodado
Combustível é a parte visível da conta. Preencha os dados do veículo e veja o custo real por quilômetro — com manutenção, custos fixos e depreciação incluídos.
- Sem cadastro. O resultado aparece na tela.
- Serve para definir a taxa de reembolso por km da sua empresa.
- Cálculo aberto: a metodologia está logo abaixo.
Combustível
Custos do ano
Custo por quilômetro
Valor a reembolsar
Como o custo por quilômetro é calculado
Não existe número único de mercado. O custo por km depende do veículo, do quanto ele roda e de quais despesas a empresa decide reconhecer. O que existe é um método — e ele cabe numa linha.
A fórmula
Combustível
Divida o preço do litro pelo consumo real do veículo, não pelo número da ficha técnica. Consumo em cidade costuma ficar 20% a 30% abaixo do informado pela montadora.
Manutenção
Revisões, óleo, pneus, freios. Some o gasto dos últimos 12 meses e divida pela quilometragem do mesmo período. Pneu é o item mais esquecido.
Custos fixos
Seguro, IPVA, licenciamento. São pagos independentemente do uso, então o valor por km cai quanto mais o carro roda — e é por isso que a quilometragem anual entra na conta.
Depreciação
A perda de valor do veículo no ano. É o item que quase ninguém inclui e costuma ser o segundo maior da conta, atrás só do combustível.
Reembolsar só o combustível sai caro para o funcionário
Quando a empresa paga apenas o abastecimento, quem usa o carro próprio absorve manutenção, seguro e depreciação. Nos valores padrão desta calculadora, isso significa mais da metade do custo real ficando com o colaborador.
A prática usual no Brasil é definir um valor único por quilômetro que já embuta todos esses componentes, publicá-lo na política de despesas e revisá-lo quando o preço do combustível se desloca. Assim o reembolso vira uma linha só, auditável, sem exigir nota de posto a cada viagem.
Modelo de política de reembolso de quilometragem
Você calculou o valor. O documento que transforma esse número em regra é a parte que costuma travar. Baixe o modelo em Word, edite e publique.
- Texto pronto para o valor por km, com campo para a sua taxa
- Regras de comprovação: o que exigir e o que dispensar
- Fluxo de aprovação por alçada e prazo de pagamento
- Cláusula de revisão periódica da taxa
Receba o modelo por e-mail
Enviamos o documento na hora. Sem sequência de e-mails automática.
Perguntas frequentes
Não existe valor oficial obrigatório para empresas privadas no Brasil. Cada organização define a própria taxa e a registra na política de despesas. Na prática, os valores praticados variam bastante conforme o tipo de veículo e a quilometragem mensal — por isso o cálculo com os seus próprios números é mais confiável que copiar uma tabela de terceiros.
Some quatro componentes: combustível (preço do litro dividido pelo consumo real em km/l), manutenção anual, custos fixos anuais como seguro e IPVA, e depreciação anual. Divida os três últimos pela quilometragem rodada no ano e some ao custo de combustível. O resultado é o custo por quilômetro.
Reembolso de despesa é ressarcimento, não remuneração — desde que corresponda a um gasto real do colaborador a serviço da empresa e esteja devidamente documentado. O que sustenta esse enquadramento é a documentação: política formalizada, registro de trajeto com origem, destino e finalidade, e critério de cálculo transparente. Sem isso, o valor pode ser reclassificado. Como o tratamento depende do regime tributário e da estrutura de cada empresa, vale confirmar com a sua contabilidade.
Quando a empresa adota valor único por quilômetro, o comprovante que importa é o registro do trajeto, não o cupom de abastecimento. O cupom só faz sentido no modelo de reembolso por gasto efetivo — que é mais trabalhoso de auditar e ignora manutenção e depreciação. Escolha um dos dois modelos e mantenha a coerência.
O componente que mais se move é o combustível. Uma revisão semestral cobre a maioria dos casos, com uma cláusula na política permitindo revisão extraordinária quando o preço do litro variar acima de um percentual definido. Deixar isso escrito evita renegociação caso a caso.
Depende de quem é dono do veículo. Se o carro é do colaborador, o reembolso por km é o mecanismo correto, porque remunera o uso do bem dele. Se o veículo é da empresa, cartão corporativo com limite por categoria é mais simples: o gasto já entra classificado e não exige adiantamento nem prestação de contas posterior. Frotas mistas costumam usar os dois em paralelo.
Calcular é a parte fácil. O trabalho é o mês inteiro.
Depois de definir o valor por km, alguém ainda precisa receber o trajeto, conferir, aprovar, pagar e lançar no ERP. Na Payfy, o colaborador registra a rota pelo app, a aprovação segue a alçada da política e o reembolso sai por Pix — já classificado no centro de custo certo.
- Pix
- Reembolso pago no mesmo dia da aprovação, sem esperar a folha
- App
- Registro de trajeto pelo celular, com origem, destino e finalidade
- ERP
- Integração nativa com TOTVS, SAP, Senior, Sankhya e Omie